segunda-feira, outubro 03, 2005
Se és bom amarantino...
NÃO VOTES NO AVELINO!
É o meu slogan de hoje.
Caramba, pessoal de Amarante (sei que pelo menos um costuma ler este humilde blog!), não permitam que a Democracia seja destruida no vosso Concelho!
É que esse Sr. Avelino é duma estirpe de verdugos que radicam a sua conduta no feudalismo...
Há quem lhes chame CACIQUES.
E quereis que as vossas conversas de café sejam registadas por bufos como se fazia no tempo da Velha Senhora e na actualidade no Marco de Canaveses?
Quereis ter uma Avenida Avelino Ferreira Torres?
Quereis a política de betão armado a destruír a beleza monumental da vossa cidade?
Pensem bem e votem em consciência. Não se abstenham. Nem que tenham que recorrer a essa coisa horrível na Democracia que é o voto útil!
Para grandes males, grandes remédios. Por isso:
SE ÉS BOM AMARANTINO,
NÃO VOTES NO AVELINO!
A crise, a crise... II
Hoje passei pela baixa do Porto e, além do triste vendedor de castanhas que já lá estava, havia também aquele ambiente de incêndios, o fumo, o cheiro a floresta carbonizada, a luz diáfana...
Em Outubro, veja-se.
Mais! - Na Praça dos Poveiros, já lá estava uma gigantesca decoração de Natal.
Sim, em Outubro, debaixo de uns amenos 26ºC (e foi um dia mais fresco hoje).
Será que o Mundo está perdido?
Hoje, em dia de eclipse.
domingo, outubro 02, 2005
O descaramento!!!
E não é que agora o ataque até já contempla os blogs!?!
Vejam o comentário ao meu post anterior...
Este mundo tá perdido!
Qual será o passo seguinte?
P.S: Mal este texto foi introduzido apareceu imediatamente um comentário spam ligado ao post... Vou ter de resolver isto!
sábado, outubro 01, 2005
A crise, a crise...
As vítimas, desta feita, vão ser os vendedores de castanhas, que habitualmente povoam as ruas das Baixas das nossas cidades. Não estou a ver grande procura para as castanhas assadas, quentinhas, em dias de 28.ºC!
O próximo passo é uma grande manisfestação de produtores de castanha e respectivos revendedores, a culpar o Governo... No Rossio ou em St.ª Catarina.
segunda-feira, setembro 19, 2005
Globalização...
A coisa já é antiga de uns 5 anos, mas só me chegou agora às mãos, por e-mail, e a razão de tal atraso deveu-se à falta de divulgação deste excelente discurso de um ministro de Lula, que deve ter incomodado muita gente.
É mais uma chamada de consciência do que é a porra da globalização para alguns países ditos "desenvolvidos" e o que eles esperam dessa globalização, escondida detrás das cortinas da protecção ambiental e cultural.
O que esses especuladores sem escrúpulos querem é lixar ainda mais os desvalidos, os fodidos da vida, para encherem os bolsos!
Leiam agora o artigo e o discurso, em português do Brasil, e sejam também vocês, caros leitores, a testemunharem contra a injustiça das grandes diferenças sociais entre o Mundo Civilizado dos Senhores de Colarinho Branco e os Desgraçadinhos da América Latina e da África e da Latrina Asiática...
O Globo 23/10/2000
Durante debate recente em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal e ex-Ministro da Educação, Senador Cristovam Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.
Se a Amazônia, sob uma óptica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um País.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas a França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um País.
Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA.
Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência dos EUA tem defendido a idéia de internacionalizar a s reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de COMER e de ir a escola. Internacionalizemos as Crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia.
Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!."
sexta-feira, setembro 16, 2005
Relembrar
Eles nem sequer precisam. De verdade não. Quem anda nestas andanças não precisa de divulgação porque o faz por gosto pessoal. De qualquer modo nunca se sabe se podemos através destas linha cativar mais alguma alma perdida no tempo. Ou talvez não. Aqui fica de qualquer modo. O post anterior recordou-me deles - (e se algum tempo passei no Museu Militar foi em companhia de alguns membros).
Se gostarem procurem. Digam aqui qualquer coisa, sei lá...
Ah, e vejam a galeria, por amor de Deus, vejam a galeria.
Associação Napoleónica Portuguesa
segunda-feira, setembro 12, 2005
Museu Militar do Porto


Merece uma visita!
Aos interessados:
Museu Militar do Porto
Rua do Heroísmo, 329
4300 - 259 Porto
tel. 225 365 514
e-mail mmporto@adsl.tvtel.pt
terça-feira, setembro 06, 2005
Rolha


Fiquei sem palavras. Comentem os meus pacientes leitores...
sábado, setembro 03, 2005
Racismo Eventual
sexta-feira, setembro 02, 2005
Impotência

Os meus sentimentos para aqueles que perderam os entes queridos e ficaram desalojados, com esta catástrofe.
Para quem quiser saber mais sobre furacões - Página da NASA
